Cá estou novamente. Como é difícil manter um blog! Sinto como se tivesse um compromisso de vir aqui todo dia escrever como se fosse um diário rsrsrs. O problema nem é falta de assunto - isso tem de sobra - mas a falta de tempo devido outros compromissos mais importantes que postagens num negocio como esse que considero um simples passatempo. Meu trabalho me deixa com apenas uns 10% dos meus momentos livres e passar esses 10% na cama vendo documentários na TV ate cochilar são tentadores.
Mas enfim, hoje estive pensando em como mudou o acesso dos consumidores ávidos de música, né? Nos meus tempos de adolescente ganhar um LP com 14 músicas (a maioria tinha esse número de faixas) era motivo de alegria pra mim, porque era caro - pelo menos eu achava isso. As fitas K7 eram uma opção paralela, mas era tão frágil e tinha uma durabilidade muito limitada; não podia pegar umidade e quando arrebentava lá ia eu fazer uma cirurgia na fita com esmalte de unhas. E pra guardar esse volume imenso de Lps e fitinhas? Eu tinha um monte de Lps quando finalmente chegou a era dos CDs. Ainda não foi a hora de me desfazer deles mas apareceu o mp3 e os CDs graváveis que cabiam um monte de música. Com muita dó eu entreguei meu tesouro vinílico pro meu primo que adora guardar coisas antigas (creio eu que ele ainda tenha esses Lps) Ainda assim minhas estantes estavam abarrotadas de CDs e quando eu achava que não passaria disso, o povo inventa os aplicativos de streaming de música. Resolvi escolher um pra experimentar e logo de cara já fui gostando do Spotify, embora tenha achado um tanto quanto limitado quanto a músicas. Muitas não estão disponíveis no catálogo do app e mesmo algumas que tem podem simplesmente sumir de repente. Fiquei sabendo que isso se deve a direitos autorais ou concessão das gravadoras (acho que é isso). Daí, fui experimentar o YouTube Music e esse sim - apesar de não permitir a personalização das capas das playlists como o Spotify permite, o aplicativo tem muito mais músicas disponíveis. Resumo da ópera: só tenho pendrive no carro com algumas músicas pro caso de, se descarregar o celular, tenho uma segunda opção porque venhamos e convenhamos: o rádio de uns tempos pra cá está sofrível. Nem lembro mais a última vez que tive que submeter meus ouvidos a tanta agressão sonora.
No início quando idealizei este blog, eu imaginei que quando se tratasse de música eu poderia usar meu espaço no HD virtual pra disponibilizar CDs criados por mim mesmo (viu o que a tecnologia faz?) como esse da postagem anterior. Sim, fui eu que fiz a capa e organizei e selecionei todas as músicas. Mas agora com os streamings de musica, acho que fica melhor postar o link da playlist. Aliás, mantive o velho costume de fazer as capas como fazia com os Cds e fitas k7, nas playlists do Spotify. Tenho certeza que irão gostar muito, creio que mais ate que do mp3 que pelo que parece esse já vai ficar no passado.
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